Colegiado Gestor

A gestão institucional é feita por um colegiado formado por curingas indicados ou eleitos pela equipe com um mandato de 2 anos, podendo se reeleger se assim for o desejo de todas e todos. O atual colegiado da instituição, pela primeira vez na história do Centro de Teatro do Oprimido, é exclusivamente composto por pessoas negras e faveladas. Os critérios de escolha foi associar capacidade, compromisso e disponibilidade. A equipe composta por três pessoas tem como objetivo traçar as rotas, planejar e viabilizar a caminhada, assegurando a memória dos caminhos percorridos até aqui pelo Centro de Teatro do Oprimido. Definida de forma democrática, essa instância de articulação possui a missão de executar e implementar diferentes projetos e iniciativas da instituição com autonomia, ética e solidariedade, a base da metodologia do Teatro do Oprimido.

Eloanah Gentil

Produtora Cultural. Integrante do Colegiado Gestor do CTO. Atriz no Grupo de Teatro do Oprimido (GTO) Pirei na Cenna. Integra o elenco do GTO Cor do Brasil e do Coletivo Madalenas Anastácia. Multiplicadora de Teatro do Oprimido. Atualmente integra a equipe do Centro de Teatro do Oprimido (CTO). Pelo CTO atuou nos espetáculos “Coisas do Gênero”, “Capscitando” e o mais recente “É Golpe ou Não é?”. Em 2016 participou da oficina de interpretação com Jessé Oliveira (Diretor do Grupo Caixa Preta), IV Olonadé – A Cena Negra Brasileira. Em 2012 recebeu o Prêmio Agente Jovem de Cultura. 

eloanagentil@yahoo.com.br

Gabriel Horsth

Ator. Integrante do Colegiado Gestor do CTO. Atua como curinga do CTO desde 2016. Integrante do GTO Cor do Brasil. Integrou o GTO Marear como ator e coordenador (2013-2016). Pelo CTO atuou nos espetáculos “Não à Redução da Maioridade Penal” e “É Golpe ou Não é?”. Ator-fundador do Grupo Atiro. Curinga-diretor do Grupo Pantera e co-fundador do Laboratório LGBT de Teatro do Oprimido. Já atuou nos curtas metragem “É Dele!” (2012), “Pop Kamikaze” (2013), “Rosália Marginal” (2015), “Salve Todos” (2015) e “Desterro” (2018). Ministra laboratórios e cursos no CTO voltados para formação de multiplicadores do mundo inteiro. Já ministrou oficinas de Teatro do Oprimido pelo Brasil e no exterior (Equador e EUA).

gabriel123horsth@gmail.com

Maiara Carvalho

Cursando pedagogia na faculdade Gama e Souza no Rio de Janeiro.  Integrante do Colegiado Gestor do CTO. Faz parte do Grupo de Teatro do Oprimido (GTO) Maré 12. Participa de laboratórios e cursos no Centro de Teatro do Oprimido voltado para formação de multiplicadores profissionais. Atua na capoeira a 8 anos. Professora de capoeira infantil. Em 2015, participou do terceiro seminário dos Operadores do Sistema Socioeducativo do Estado do Rio de Janeiro, que foi promovido pelo novo DEGASE e a Secretária de Direito Humanos. No mesmo ano apresentou a peça “Em Uma Família”, do GTO Maré 12, para meninas na internação provisória. Realizou oficinas de Teatro do Oprimido com meninas do DEGASE em Janeiro de 2016. Multiplicadora de Teatro do Oprimido. Recentemente integrou a nova equipe do Centro de Teatro do Oprimido (CTO). É coautora do artigo “Paz na Maré,” publicado na revista METAXIS pelo CTO.

maiarama61@gmail.com

EQUIPE

Alessandro Conceição

Natural de Niterói/RJ, é mestrando em Relações Étnico Raciais (CEFET/RJ) e graduado em Comunicação Social (jornalismo) pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso RJ é integrante do Colegiado do Centro de Teatro do Oprimido (CTO), onde atua como Curinga desde 2006. Neste período, trabalhou diretamente com Augusto Boal nos projetos Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto, Teatro do Oprimido na Saúde Mental, Teatro do Oprimido na Maré. Participou ativamente da pesquisa que resultou no livro “A Estética do Oprimido”, de Augusto Boal. Também pelo CTO, junto com Cláudia Simone, realizou o Laboratório de Teatro-Jornal em 2010. Após essa atividade, a técnica foi retomada e passou a constar, com mais intensidade, nas formações, grupos e projetos da instituição. É coordenador do Grupo de TO Cor do Brasil, formado em 2010 e composto majoritariamente por negros e negras. É também coordenador do Grupo de TO Pirei na Cenna, formado em 1997 por usuários e familiares da saúde mental, atuante em território nacional e internacional. Trabalhou no Manicômio Judiciário Heitor Carrilho, desenvolvendo o Grupo de TO Liberarte de 2007 a 2011. Contemplado com o prêmio Interações Estéticas/ Residências Artísticas (2010), concedido pela Funarte, realizou residência artística no Ponto de Cultura ACAAPE, em Recife/PE, para trabalhar com Teatro do Oprimido durante 6 meses. Já ministrou oficinas de Teatro do Oprimido em países como Senegal, Guatemala, Argentina, Bolívia, Zâmbia, Colômbia, Nicarágua e Moçambique.

alessandroconceicao.to@gmail.com

Geo Britto

Nasceu em 02 de julho de 1969. Concluiu 3° grau no Curso de Ciências Sociais e Políticas da Pontifícia Universidade Católica – RJ. Trabalha no Centro de Teatro do Oprimido desde 1990. Já coordenou vários projetos como: Teatro do Oprimido no Degase, onde foram realizadas capacitações de 53 funcionários do sistema sócio-educativo do RJ. Criou diversos grupos populares de Teatro do Oprimido em favelas e ONGs, os últimos foram “Panela de Opressão” e “Maré Arte”. Atualmente coordena o Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental, que acontece em nos Estados do Rio de Janeiro e Saõ Paulo em tres pólos. 1- Pólo Rio de Janeiro inclui os municípios do Rio de Janeiro, Niterói, Queimados, Duque de Caxias e Belford Roxo. 2 – Pólo Litoral Paulista inclui municípios de Santos, São Vicente, Guarujá, Cubatão, Praia Grande e Itanhaem. 3. Pólo Captital inclui municípios de São Paulo e Guaruhos. Estão sendo capacitados cerca de 80 trabalhadores de saúde mental de cerca de 40 Caps (Centro de Atenção Psicossocial) e outras unidades de saúde mental. Dentro do Projeto Teatro do Oprimido nas Prisões, que ocorreu em sete estados do Brasil: Espírito Santo, São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Piauí e Mato Grosso do Sul, foi responsável pelo Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte. Coordena também o Projeto Ponto de Cultura – Casa do Teatro do Oprimido. Nele se realiza varias atividades na sede do CTO como eventos culturais, manifestações, exposições entre outras. Realizou inúmeras viagens ao exterior a trabalho como: Egito, Inglaterra, Escócia, Canadá, França, Alemanha, Portugal, Moçambique, Africa do Sul, Estados Unidos, entre outras. Também é o responsável no CTO pela relação com a Rede Rio Criança, grupo de entidades que trabalham com projetos com criança e adolescente. Além disso, coordena o projeto Ponto de Cultura do CTO. Geo Britto é sociólogo e curinga do Centro de Teatro do Oprimido desde 1990.

geobritto@gmail.com

Marcela A. Farfán Recchia

É multiplicadora do Teatro do Oprimido e atualmente integra a equipe do Centro de Teatro do Oprimido (CTO). Pelo CTO participou do programa de Intercâmbio/Residência Internacional de Teatro do Oprimido promovida pela instituição em 2012. Atualmente faz parte do Grupo “Madalenas Rio – Teatro das Oprimidas”. Ainda no CTO participou de outras obras e ações de intervenção social. É Licenciada em Artes Dramáticas pela Escola de Teatro “Primera Escuela Popular de Teatro”. Como atriz atuou em obras de diversos gêneros na Argentina, Bolívia e Brasil. Em 2013 cursou a Universidade das Quebradas, UFRJ, (Academia e periferia experimentando e inventando juntas a nova cultura do século XXI). Possui trabalho como Assistente de produção do FIM (Fim de semana do livro) na Casa Porto, Professora de espanhol na empresa Print Audit, Produtora na “Vertigo Produção Cultural”, Facilitadora do Método “Teatro do Oprimido” no Curso Mulheres e Economia do PACS, Facilitadora do Método “Teatro do Oprimido” no Seminário Mulheres e Economia do PACS, Produtora no Coletivo de Comunicação Social Tatuzaroio, Secretaria de projetos da CAMTRA, Casa da Mulher Trabalhadora, Professora e diretora do grupo de Teatro do Casarão, Niterói.  É Técnica Agrária Especialista em Indústria de Frutas e Hortaliças. Fala Espanhol, Português e 2° nível de Francês (Alianza Francesa de Mendoza, Argentina).

marce.farfanrecchia@gmail.com

Marcelo Heleno Dantas

morador do conjunto de favelas da maré, ativista e curinga-diretor do grupo MaréMoTO. Licenciando em Letras-Literaturas, UFRJ.

marcelodantas.arq@gmail.com

Maria Izabel Monteiro

Atriz do Grupo de Teatro do Oprimido (GTO) Marias do Brasil, atuando na peça de Teatro-Fórum “Eu Também Sou Mulher”. Multiplicadora de Teatro do Oprimido. Atualmente integra a equipe do Centro de Teatro do Oprimido. Vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Domésticos. Pelo Centro de Teatro do Oprimido atuou nos espetáculos, “Não à Redução da Maioridade Penal” e “É Golpe ou Não é?”.

m_izabel1966@yahoo.com.br

Manu Marinho

Taurina, educadora, ARTvista, escritora, feminista e bruxa. Graduada em Letras – Português/Literaturas pela UFRJ, com especialização em Literaturas portuguesa e africanas pela mesma instituição. Como educadora atuou em colégios, ONGs e pré-vestibulares sociais. Publicou seu livro, O gosto amargo da maçã caramelada em 2014, mesmo ano no qual participou da Oficina Livre, da Escola técnica de teatro Martins Pena. É Curinga do Centro de Teatro do Oprimido, estando à frente do grupo Madalenas Rio, do qual faz parte desde 2016.

manupmarinho@gmail.com

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