CLAUDIASIMONEDEOLIVEIRA
Pedagogia – Faculdade Estadual Rosemar Pimentel, Volta Redonda / RJ.
Especialização em Psicopedagogia – Faculdade Integrada Simonsen.Seu primeiro contato com a metodologia do Teatro do Oprimido (TO) aconteceu em 1986. Desde então, buscou aprofundar seus conhecimentos teóricos e práticos, visando a integrar a equipe do CTO-Rio. Em 1997, criou o Grupo de Teatro do Oprimido Pirei na Cenna, formado por usuários de Saúde Mental, seus familiares e simpatizantes da Luta Antimanicomial, atuando primeiramente no espaço do Hospital Psiquiátrico de Jurujuba – Niterói e, posteriormente, em diversos cenários sociais. Dialogando sobre temas relacionados ao exercício saudável da sexualidade e da prevenção das DST/AIDS no campo da Saúde Mental, o grupo busca, através do TO, transformar a representação cultural da loucura, apresentando seus espetáculos em vários estados brasileiros: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Bahia, Rio Grande do Sul, entre outros.
Passou a integrar a equipe de Curingas no Centro de Teatro do Oprimido em 2003, atuando em diversos projetos, entre os quais o Teatro do Oprimido na Saúde Mental – projeto piloto, desenvolvido nos Centros de Atenção Psicossocial do Rio de Janeiro e Niterói, em 2004.
Atualmente, atua no projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental, agora ampliado para São Paulo Capital, São Paulo Litoral e Rio de Janeiro, atingindo cerca de 40 serviços de Atenção Psiquiátrica.
Também é Curinga do projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto – que visa à formação de Multiplicadores de Teatro do Oprimido, em Pontos de Cultura (Programa Cultura Viva / MinC), em oito pólos do Brasil, envolvendo instituições socioculturais das regiões: Nordeste, Centro Oeste, Sudeste e Sul e dois pólos na África, em Guiné-Bissau e Moçambique.
Dirige o Grupo Direito de Ser, no projeto Teatro do Oprimido na Diversidade Sexual, projeto que visa a dialogar sobre o as diversas formas de orientação sexual, buscando transformar a realidade de desrespeito à orientação sexual dos indivíduos. Assim como auxiliar na garantia dos Direitos deste segmento social, tal como conferido a todos os demais cidadãos, de acordo com os princípios da igualdade pregados pela Constituição Federal, nossa lei maior.
Como atriz, participou de várias montagens do CTO-Rio, entre as quais: CAPSCITANDO (Teatro-Fórum Musical sobre saúde mental), O que nos CONPET? (Teatro-Fórum sobre necessidade de fontes de energia alternativas). Desde 2004, atua no espetáculo Coisas do Gênero (sobre opressão da mulher), que esteve em temporada no Brasil (2004/2005), na França (2005), na Índia (2006) e na Palestina (2007).